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Rondônia - 4/8/2017 - Noticia
 Vilhena: Por telefone, bombeiro salva bebê de dois meses de morte por asfixia
Segundo relatos da mãe do bebê, Eliete Rodrigues de Araújo, de 31 anos, Lucas sofreu um engasgo quando tomava um remédio para refluxo, parando de respirar e ficando com a face arroxeada.

A reportagem do Extra de Rondônia acompanhou na manhã desta terça-feira, 01, o caso do bebê Lucas Kauê Araújo, de apenas dois meses, que foi salvo, por telefone, pelo soldado Bruno Willian do 1º Subgrupamento de Bombeiros de Vilhena, na noite de segunda-feira, 31.


Segundo relatos da mãe do bebê, Eliete Rodrigues de Araújo, de 31 anos, Lucas sofreu um engasgo quando tomava um remédio para refluxo, parando de respirar e ficando com a face arroxeada.


Após tentar desengasgar o bebê sem sucesso, Eliete, que estava na companhia da mãe e da filha adolescente, ligou no 193 e foi atendida pelo soldado Bruno Willian, que de imediato pediu para que ela se tranquilizasse e realizasse a manobra de Heimlich, que consiste na virada da criança de bruços com a cabeça mais baixa que o tronco, dando palmadas leves até que a mesma expila o produto do engasgo.  Enquanto isso, uma Unidade de Resgate se dirigia até a residência da vítima.


Ainda segundo Eliete, ela passou o telefone para sua filha, que foi mediando às instruções de Bruno enquanto ela as realizava. Após poucas tentativas, a mãe percebeu que o bebê havia expelido o medicamento pela boca e voltado a respirar normalmente.


Quando a equipe de resgate chegou à residência, localizada na Avenida 15 de Novembro, no Centro, Lucas já estava bem, não sendo necessária sua condução até o hospital.


Nossa reportagem acompanhou o encontro do bombeiro  Bruno com o bebê Lucas e sua família, onde mais uma vez, o mesmo instruiu a mãe sobre a forma correta de realizar o procedimento em caso de reincidência, que é comum até os três primeiros meses de vida, ainda mais no caso de Lucas, que sofre de refluxo.


A mãe e a irmã de Lucas relataram os momentos de pânico que passaram e afirmaram que a maior dificuldade, foi manter a calma, que segundo o militar, é de suma importância para o sucesso de qualquer procedimento de reanimação e em qualquer faixa etária.


Para concluir, o soldado fez um alerta à população vilhenense, para que tentem controlar o desespero e ouçam as recomendações do militar que atender o caso e não vejam as perguntas do mesmo, como desnecessárias, pois em casos como o de Lucas, os segundos são valiosos.


“A calma de quem realiza a denúncia e as informações sobre endereços e o estado da vítima, são de suma importância, pois dependendo da gravidade da situação e da distância entre a base e o local do fato, pode ser tarde demais”, concluiu Bruno, que ainda não é pai.

Matéria tirada do site Extra de Rondônia
Texto e fotos: Extra de Rondônia






 
Fonte: Comunicação Social do CBMRO
 
 
 
 
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